Aproveitando o clima... venho aqui contar um conto.
Era uma vez, num reino bem distante... chamo Palhoça city. Lá habitavam os seres mais extraordinariamente medonhos da face da terra, e algumas princesas, e alguns seres indefinidos. Era regra desses seres medonhos fazerem uma competição pra saber quem tem o cabelo mais medonho. Era obvio que as princesas não se misturavam com esses seres, porém houve uma retardada na história. ( Obvio que tinha, se não, não haveria história. E sou eu que to criando então, nem sei por que tô discutindo comigo mesma) Está via uma tinha a visão contrária, quanto mais medonho mais belo ela via. E foi assim que ela se apaixonou. ( Vamos pular todo o melodrama, dos pombinhos apaixonados... por que não tô afim disso) Até que então, um dia, o ser cabeludo desembarcou de seu burro no ponto de ônibus, ao mesmo instante que a princesa retardada desceu de sua ferrari trocentos cavalos, e ali então selaram seu amor. Com baba trocada escorrendo pelas bocas, e uma mão mais rapida que a hora( e é melhor para com a safadeza, qualquer coisa espero que eles tenha usado camisinha) até que naquele vuco vuco a moça põe uma de suas mãos no cabelo do ser.... pra aproximar sua cabeça e trocar mais nojentas salivas... e então...
então...
Essa foi a última vez que a mão da princesa retardada foi encontrada viva. Quaisquer informação ligue: 0800.994.192.234.
Venho aqui declarar direitos autorais da história ( Paloma Brockveld). E dizer ao senhor Gustavo ( não sei do que) que.... Cristo salva, brother. É noix. E sim, essa história tem tu como personagem principal. Sem ofensas, firmeza.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
domingo, 20 de novembro de 2011
terça-feira, 15 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
É como se o tempo não tivesse passado. Parece que foi ontem. As lembranças estão vivas dentro de mim, e a dor é ainda maior. E não consigo ver as coisas como são. Quero parar, mas não sei como. Quero desistir, mas algo me impede de te deixar ir. Isso vai passar. Sempre passa. É a vida pregando peças. Mudar é o certo.
Parece que em cada canto que olho você está. Como se não saísse dos meus pensamentos nunca. Involuntariamente me perco nas lembranças. Quero esquecer de tudo. Parar de me atormentar com falsas esperanças. Continuar a viver. Sem promessas desta vez. Não quero mais confiar tanto nas pessoas. Mas sei que em algumas posso confiar. E quero essas pessoas sempre ao meu lado. E se o sempre não existir a gente vai inventar. Pois quando se encontra pessoas em quem confiar não devemos simplesmente aceitar o fato de que pode acabar. Se for realmente verdadeiro, vai ter uma maneira de mudarmos a situação. E vamos mudar, se precisar.
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